Gestão de risco de commodities para gestoras e family offices

Gestão de risco de commodities para gestoras e family offices: marcação a mercado e precificação de opções asiáticas, barreiras e basis físico por mandato.

Gestão de risco de commodities com marcação a mercado defensável

O sistema de risco cobre a carteira inteira. Exceto a parte que é commodity.

Gestão de risco de commodities para gestoras de recursos e family offices: marcação a mercado e precificação de opções asiáticas, barreiras e basis físico, com enquadramento por mandato. A gestora tem sistema de risco homologado, relatório do administrador e enquadramento acompanhado. Para renda fixa, ações e derivativos padronizados, a estrutura funciona e responde bem à due diligence. A parcela em commodities, no entanto, inclui asiáticas, estruturas com barreira e exposição a basis físico regional, que os sistemas voltados ao mercado de fundos cobrem de forma limitada. A marcação dessa parcela acaba sustentada em planilha, e é justamente ela que o alocador institucional pede para examinar.

A mecânica do problema

  • A metodologia de marcação dos ativos de difícil precificação não está documentada em formato apresentável ao administrador fiduciário nem a um alocador.
  • Operar várias carteiras com mandatos distintos consome o tempo do gestor em operação e reporte, e não em captação.
  • O enquadramento por mandato depende de conferência manual, e o desvio costuma aparecer depois, pela via do administrador.

O que a plataforma cobre

  • Portfólio multi-cliente: Patrimônio, marcação consolidada, exposição bruta e hedge ratio médio de todas as carteiras, com seletor por cliente e detalhamento individual.
  • Precificação e gregas: Vanilla, asiáticas, estruturas com barreira e acumuladores, com delta, gamma, vega e theta por posição.
  • Físico e basis: Curvas de físico por commodity e localização, com decomposição em basis, frete e encargos, padronizadas entre carteiras.
  • Enquadramento: Limites por mandato, VaR por livro e consolidado, hedge ratio mínimo e alerta antes do desenquadramento.
  • Atribuição e auditoria: Retorno por carteira frente a benchmark, alpha, índice de Sharpe, e trilha imutável para due diligence.

O que passa a ser demonstrável

  • Metodologia de marcação documentada e apresentável.
  • Enquadramento por mandato acompanhado, sem conferência manual.
  • Atribuição de performance por carteira e por fator.
  • Número de carteiras operadas sem aumento de equipe.

Convivência com a estrutura existente

  • Camada complementar ao sistema de risco e ao relatório do administrador, e não substituição.
  • Integração inicial por arquivo estruturado, sem projeto de tecnologia para começar.
  • Documento de metodologia de marcação disponível para encaminhamento ao administrador fiduciário.

A mesma metodologia aplicada à nossa gestão

  • Alpha de hedge: 2,6 c$/lb. Redução média no preço de hedge frente à trava passiva com futuros.
  • Information Ratio: 3,5. Consistência da geração de alpha ajustada ao tracking error.
  • Índice Sharpe: 1,40. Fundo de commodities UHEDGE, retorno absoluto.

Uma segunda possibilidade: sub-gestão da parcela de commodities

Para gestoras que preferem não internalizar a operação, a UHEDGE Asset Management, autorizada pela CVM, pode atuar como gestora da parcela de commodities sob mandato, com governança acordada e reporte diário. A relação com o cotista, a estratégia do fundo e a decisão de alocação permanecem integralmente da gestora.

Sugestão de próximo passo

Uma demonstração de trinta minutos com duas das suas carteiras já cadastradas, para que a comparação seja concreta. O primeiro ciclo mensal completo de reporte fica pronto em até quatro semanas. Se houver questionário de due diligence em andamento, podemos priorizar a seção de sistemas e controles.

Perguntas frequentes

  • Como marcar a mercado uma opção asiática de commodity? Com modelo calibrado à superfície de volatilidade do ativo e à média do período da estrutura — não com o preço da tela nem com aproximação por opção europeia.
  • Por que a parcela de commodities exige tratamento próprio? Porque combina preço futuro, basis físico e câmbio, cada um com curva e liquidez distintas, o que a marcação genérica de renda variável não captura.
  • A UHEDGE assume a gestão do mandato? Pode atuar como gestora do mandato ou apenas como provedora de precificação e risco, conforme o desenho do veículo.

Quem conduz e observações

Quem conduz

Rafael Lins dos Anjos, sócio-fundador. Engenheiro Mecatrônico pela Poli-USP, mestre em Economia pelo Insper e em Finanças pela London Business School. Cerca de vinte anos em bancos e merchants globais de commodities, entre eles Santander, Macquarie em Londres, Banco Pine e ED&F Man, onde respondeu pela mesa global de OTC. Profissional CGA e CGE pela ANBIMA.

Fontes e observações

Track record: resultados da gestão de carteiras administradas de hedge, apurados pela UHEDGE contra benchmark passivo de futuros de açúcar (ICE), em série histórica auditável. O fundo de commodities tem início das operações em novembro de 2024. Memória de cálculo e metodologia disponíveis mediante solicitação.

Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Material informativo, sem caráter de oferta pública, recomendação de investimento ou garantia de resultado. Operações com derivativos envolvem risco de perda. As condições de cada serviço são definidas em contrato.

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